21 August
21 August
16 August
através: inhotim
Nos sons da terra, ouve-se um silêncio, origem de todas as coisas. Cores, espelhos, tratores. Aquilo que se chama arte. Aqui a natureza se cria, pintando de verde e produzindo pássaros extintos. Uma panacea phantastica, alucinógena, adjetivante. Onde só se vê o que não há. Na galeria, há amores mortos, maremotos, o que mais há. Miragem. Será arte? Tudo parece que ainda é construção e já é poesia. Jardim de obras primas, burle marx, gaudí. Sonho com música e lá está, em forma de coral, sobre nuvens continentes. Contei um milhão trezentos mil e quatrocentas formigas. Eram pequenas bolhas. Flores magenta, amarela, quantas cores há. Desci do céu e cheguei num ponto de passagem. Caminho circular, deserto parque. Perguntei ao pó o que era Inhotim. Paraíso, sonho tropical bienal. Ponto de encontro.
16 January

